Hipocrisia

Como posso tratar de meus paientes se eu mesmo já estou convencido que quero a cirurgia. Preciso da cirurgia. Sabendo que ela existe já não posso me imaginar sem ela, apesar de saber seu estado qause vegetativo de viver.

O campo

Ao chegar de uma viagem remota, eu me envolvo imediatamente com o que acontece neste meio. Eu me articulo com as pessoas e interajo docilmente com tudo o que ocorre à minha volta. Eu expando o meu campo de ação e me sinto muito livre.

O sentimento é tão grande que não sinto ser capaz de permanecer com ele por muito tempo. Eu quero estar ali todo o tempo e me sentir realizada todo o tempo. Eu quero penetrar neste mundo e conhecer todas as coisas feitas por Deus.

Ao expandir o meu campo de ação, eu expando a minha energia. Posso conversar com os pássaros, respirar junto com as folhas e regozijar junto das águas.

O sentido da existência

Existia um homem que esperava algo, algo que ele não conhecia e nem ao menos tinha certeza se era real. Dia após dia sentia falta de sua existência em sua vida.
As vezes entrava em desespero por pensar que estava gastando sua vida em uma causa totalmente inútil, já algumas vezes se enchia de uma esperança repentina que o fazia continuar.
Vivia em um paralelo, pois a sua razão de viver era o que restringia sua vida.

Era noite

Ainda estava nublado na noite que Ana acordara. Com um pouco de sono ainda e sem se levantar ela olha para o quarto todo escuro e no canto perto da mesinha encostada na parede, algo um pouco luminoso duas bolinhas que mais lembravam dois olhinhos . Ao olhar fixamente para aquilo em alguns segundos havia sumido.
Era Noite, perto do mesmo horário Ana acorda para tentar ver novamente aqueles supostos olhinhos brilhando no escuro, muito ansiosa e com um pouco de medo ficou horas a esperar até que adormeceu. Acordando um tempo depois com um pequeno ruído de passos ao abrir os olhos assustada ela vê novamente aqueles pontinhos luminosos, Ana sai correndo para e ascender a luz. Ela não acredita no que vê era aparentemente uma criaturinha estranha com orelhinhas pontudas, com gorrinho e roupinha verde, ela percebe que ele era até que bonitinho sem mais nenhum medo ela se aproxima dele, porém derepente uma luz muito forte, incandescente que quase a cegava, fazendo seus olhos arderem muito fizeram ela se sentir muito mau.

eu tenho medo

medo do conteúdo da imagem que se direciona à minha pessoa

medo do intermédio

medo do q o outro pensa sobre minhas coisas,
se esta bom ou se esta ruim

medo das desculpas

medo do não dizer de alguem

medo de ser posta em um lugar que nao desejo

medo de ser um objeto

medo de nao ser aceita

medo de ser uma eterna perdedora..

medo dos fracassos...

medo de nao me realizar como pessoa

medo de nao me realizar como mulher...

medo...

medos...

Mãos

Eu tenho um problema com as mãos, nada sério, só um problema de lugar.
Sempre q faço uma coisa com uma mão, não sei o que fazer com a outra.
Esquerda ou direita, tanto faz. Sempre me sinto sem jeito com uma delas.
Mas o pior é quando as duas não fazem nada.
Cruzo os braços, mexo na orelha, no cabelo, ou então uma na outra.
Mãos perdidas quando eu danço, elas sempre parecem atrapalhar um momento que já não é de tanta harmonia assim.
As melhores coisas que fiz na vida fluíram através delas, das duas, como o centro de mim, dois centros.
Estou sempre sem jeito com as mãos, sempre. Às vezes eu ponho a mão no bolso só pelo fato de não mostrá-la. Esconder o que me faz estranho, mas faz estranho só pra mim.

A Arte de Enrolar

Aqui estou eu!

Essa noite está com um clima agradabilíssimo! Está até paracendo uma noite de sexta feira, sem contar também que estamos num clima de natal! Ao som de Maria Rita escrevo esse post, e essa foto estou postando porque ela é uma foto que na minha opinião combina com as músicas da Maria Rita, sabe? Aquela viagem em família, ao som de "Cara Valente", muito bom!

Estava fazendo alguns trabalhos artísticos no ateliê de casa quando escuto uns barulhos de fogos de artífico, saio do ateliê correndo que nem um louco para ver a "famosa" queima de fogos que acontece aqui perto de casa! Uma queima de fogos que tem todo ano em frente o quartel, que fica iluminado com uma infinidade de luzinhas de natal, com olofotes coloridos apontados para o prédio! Ao fundo o coro, das crianças, todas com túnicas brancas cantando Noite Feliz!

Fico eu aqui pensando...

será que eu somos desse planeta?
ou cada um de nos temos um planeta paralelo?
o que é certo?
o que é errado?
errado? certo?
o que é isso afinal de contas?
e se pra mim o tronco da árvore for verde?
o céu for marrom, o mar for pink e os matinhos forem azul e pra vocés?

vai falar que eu sou daltônica?

fico eu aqui pensando...

A Casa Inteira

Na agora simplória soleira da varanda externa do Casarão, Agda olhava para uma casa grande, séria, introvertida e marrom, com olhos pesados e baixos. Olhava com um desprezo, misturado com dor, arrependimento e culpa característicos, incomuns. Todo aquele lugar agora era só pra ela. E para que serviria uma casa de 27 quartos para uma pessoa que mal conseguia dormir? A casa inteira era revestida com papéis de parede de um roxo escuro, quase vinho, com vinhedos e listras do rodapé ao teto. Algo com muita sombra e, deveras, muita pompa, para tais tempos que Agda ainda poderia lembrar. E lembrava com tal êxito, com tal detalhamento.

estudos

Ola Dra. Shirley!!!

Eu rou Borg um pesquisador a respoito da utilização de chips para tratamento médicos, principalmente de dores crônicas! Gostaria de saber um pouco mais sobre os progressos que vc tem tido na utilização destes chips em seus pacientes!

Grato Borg