Era noite

Ainda estava nublado na noite que Ana acordara. Com um pouco de sono ainda e sem se levantar ela olha para o quarto todo escuro e no canto perto da mesinha encostada na parede, algo um pouco luminoso duas bolinhas que mais lembravam dois olhinhos . Ao olhar fixamente para aquilo em alguns segundos havia sumido.
Era Noite, perto do mesmo horário Ana acorda para tentar ver novamente aqueles supostos olhinhos brilhando no escuro, muito ansiosa e com um pouco de medo ficou horas a esperar até que adormeceu. Acordando um tempo depois com um pequeno ruído de passos ao abrir os olhos assustada ela vê novamente aqueles pontinhos luminosos, Ana sai correndo para e ascender a luz. Ela não acredita no que vê era aparentemente uma criaturinha estranha com orelhinhas pontudas, com gorrinho e roupinha verde, ela percebe que ele era até que bonitinho sem mais nenhum medo ela se aproxima dele, porém derepente uma luz muito forte, incandescente que quase a cegava, fazendo seus olhos arderem muito fizeram ela se sentir muito mau.
Era noite e Ana acordara.

Ainda de ressaca, tentava,

Ainda de ressaca, tentava, com muito esforço, se levantar da cama para ir até a cozinha tomar um copo de qualquer substância líquida que não tivesse álcool.
Por mais que tentasse andar em linha reta, se debatia contra as paredes e entrelaçava seu andar. Eis que, subitamente, surge uma escada "do nada". Não deu outra. Ana despenca da escada e regaça a boca no chão. Levanta atordada, mais ainda, e sente que um dente escorrega de sua gengiva. Antes que percebesse o fato ocorrido, o gnomo reaparece com uma outra figura estranha, com um vestido que realçava suas curvas, asas a brilhar como uma lâmpada brilha para um drogado de anfetamina e um rosto delicado, mas rude. Era a maldita fada dos dentes.